
Se fosse, bastaria um estudo detalhado das regras para encontramos nossa felicidade. Não é um jogo, mas tem perdedores e ganhadores. Tem também aqueles que empatam, jogando pelo empate, ou se atirando também. Um número muito grande de pessoas vivem a vida como se estivessem num jogo, fazem com que suas estratégias prevaleçam, cercam seus parceiros, vistos como adversários, de fato, ou prováveis. Daí, que um número também muito grande de pessoas se decepciona com o outro, porque se sentem derrubadas, derrotadas por seus companheiros da vida real: amigos, cônjuges, familiares, colegas, vizinhos, enfim, os que nos cercam. Não era pra ser assim! Poderíamos trocar, somar, multiplicar esforços, vitórias e sentimentos. Poderíamos construir nossos castelos, muitos, diversos em suas características, em locais diferentes, sob leis diferentes, e até divergentes, posso arriscar. O ser humano é surpreendente em surpreender! Mas, a maioria quer ganhar, e não se preocupa com a historinha do outro, apenas quer atingir seu alvo, e se aplica nisso. É o verdadeiro momento de usar o termo "Custe o que custar!" Pra quê? A vida não é um jogo! Ganhar pode significar perder, perder muito. Perder a oportunidade de se aproximar do outro, de conhecer o outro, de aprender com o outro, de mudar, de ter a oportunidade de consertar seus erros com quem realmente importa e se importa. Nossos amigos, não jogam conosco, não são nossos rivais. É de Mário Quintana a frase: "A amizade é um amor que nunca morre!!!" Ah! Mas só as legítimas, as nascidas da afinidade, da obra do coração. Não jogue, pode ser muito bom perder, pode ser muito bom desistir de ganhar, viver sem o espírito de competição, apenas viver e amar!!!

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