Sem meu sentimento e experiência profissional, não teria insistido tanto, com o Arthur tão bebê, em fazer exames relacionados à sua visão. Depois de ter sido dispensada de maior investigação por uma oftalmologista, e tendo ouvido o que toda mãe quer ouvir, ou seja, que o filho não tem nada, fui procurar um especialista, médico de um dos meus alunos, para consultar meu bebê. Fato: miopia alta e tudo que possa ser conseqüência disso. Com tristeza, pensei que meu filho nem andava ainda, e que não conseguiria colocar óculos nele. Fomos em frente, fizemos o óculos com anel para envolver a orelha e não cair, pois as cordinhas são perigosas no pescoço de bebês, e, finalmente o dia de colocar no rostinho dele chegou, e junto, a surpresa: Arthur ficou radiante! O mundo se abriu diante dos seus olhos, e ele podia enxergar. Acostumou-se rápido, cuida bem do seu óculos, e na maioria das vezes, os danos foram causados pelas traquinagens da idade, ou pelo desgaste natural relativo ao tempo de uso. Sempre foi resignado meu bebê. Graças à Deus, é feliz como a mãe, entende que a vida traz problemas, e as dificuldades fazem parte, mas as bênçãos, essas são infindáveis. Ele ainda babava, quando o óculos chegou, menos de um ano de vida. Meu lindinho, mamãe te ama!!!
sábado, 17 de maio de 2008
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