sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Só idéias...sobre o amor...e o que mais vier à cabeça!!!

Que droga de semana pode ter uma pessoa que tenta definir o amor. Talvez amor esteja entre os conceitos primitivos, e, por isso, seja feito para sentir e viver. Não deve ter conceito, ser discutido ou limitado por uma definição. Não sei bem o que é o amor, mas, digo que amo e vejo suas obras manifestadas nos momentos em que consegue se sobressair verdadeiro. O Arthur tem um filminho (Encantada), onde uma princesa prestes a se casar com seu príncipe encantado, cai do conto de fadas para o mundo real. Conhece as dificuldades da realidade e outra pessoa, que não acredita em conto de fadas. Com ele, também, aprende que casal, são dois indivíduos que precisam se conhecer e se encontrar sempre. Seu príncipe encantado, no entanto, vem em busca de sua amada. Por ela, enfrenta todas as ameaças da selva que é o mundo real. Seu objetivo é reaver o seu amor, e garantir que, em sua história, também seja feliz para sempre. Ao encontrá-lo, sua princesa, que agora conhece uma outra realidade, bem longe dos contos de fadas, se divide, entre o que é encantado e o que é real. Pede um encontro. Seu príncipe, encantado e encantador, aceita, e faz, todas as suas vontades. É um príncipe de contos de fadas. Mas, o inimigo do mundo das fábulas chega ao mundo real. Oferece o veneno para a inocente jovem, que quer fugir do momento mais temeroso de sua vida. Ela não quer abrir mão do conto de fadas. Ela morde a maçã envenenada e cai. Mas, o beijo de amor verdadeiro vai salvá-la. Todos sabem. Mas quem a salvará? O príncipe perfeito saído do conto de fadas? Ou o cético das ilusões fabulosas, com os pés no chão, em busca de um encontro para a vida? No filme, o príncipe encantado, beija a moça e ela permanece inanimada. Seu coração puro reconhece no rival a possibilidade de devolver a vida à sua princesa, e sem egoísmo sugere que o rapaz do mundo real lhe dê um beijo. A moça acorda e uma seqüência de conflitos se dá. Mas, nada que ameace o “ felizes para sempre” dela, ou, o “que seja eterno enquanto dure”, dele. Eu acredito nisso. Que a vida real se encontra com a fábula, e, o fruto desse encontro é o amor.

Um comentário:

Frida Salobra disse...

Oi Cilene!

Saudade de você passeando pelo meu cantinho..

Que 2009 venha recheado de alegrias para você e sua família!!!

E que história tão boa esta que você contou... adoro misturar vida real com fábulas e concordo com você que é quando esses universos se misturam é que temos o amor!!!

beijocas,

flor.