sábado, 20 de dezembro de 2008

Sem pêlo, sem pele, e principalmente, sem sucesso...

A famosa história dos três porquinhos nos traz algumas lições enriquecedoras. Uma delas tentarei mostrar nesse texto: O fracasso do Lobo Mal. Não importa que os porquinhos divergissem quanto aos materiais e a tecnologia. Não se deve tentar contra a casa ou a vida de alguém. O primeiro porquinho alvo do Lobo Mal, utilizou materiais frágeis, mas construiu a sua casa, e estava satisfeito. Talvez, alguém o julgasse medíocre, de sonhos pequenos, mas, quem pode determinar o tamanho do sonho de alguém? O Lobo Mal soprou e destruiu a casa desse porquinho, e, não queria apenas destruir a construção, queria dar cabo da vida daquele jovem e simplório porquinho. Conseguiu fazer voar as paredes de palha da casinha, mas não conseguiu levar a vida do porquinho. O sobrevivente correu com todas as suas forças, e alcançou a casa de seu irmão do meio. Lá, encontrou uma construção de madeira, a opção do segundo irmão, abrigou-se, mas por pouco tempo, pois o Lobo destruidor, partilhava da idéia de que os fins, justificam os meios, e sem seus próprios planos, procurava dar cabo dos planos alheios, para se alimentar da carne dos que nunca foram seus inimigos. Sobrevivência? Vai saber...Um sopro, e mais destruição. Mas a vida resiste, e mais uma vez, numa corrida pela vida, e contra o tempo, os porquinhos correm para casa do irmão mais velho. Lá, uma casa erguida de tijolos, escolha do irmão mais experiente. O Lobo fracassou, e sem escrúpulos, perdedor, não aceita baixar a cabeça. O sopro não fez tremer a construção segura. Subiu no telhado, pensando: - Estou por cima! Mas, foi surpreendido, ao entrar na chaminé, caiu num caldeirão de água fervente. E, esse foi seu fim. Fracassado, sem pêlo e sem pele. Pobre Lobo, sem pêlo, sem pele e sem sucesso!

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